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Superintendência de Economia Solidária do Estado da Bahia - SESOL 
Concluiu o curso de Economia em 2011.1

Quando colei grau já havia passado no processo seletivo para trabalhar na Superintendência de Economia Solidária, vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – SETRE. O que possibilitou começar a trabalhar assim que me formei foi ter o envolvimento em um projeto de extensão na área de Economia Solidária. Dessa forma, percebi que o êxito só é obtido quando se aliam boas oportunidades, busca contínua por conhecimento e dedicação. Como economista, lançando mão da ampla visão de mundo que o curso nos dar, participo diretamente do planejamento e execução da política pública estadual de Economia Solidária.

 

Economista na empresa FuturaInvest
Concluiu o curso de Economia no 2º semestre de 2008


Em poucas palavras, quero dizer que com muito carinho recordo dos meus colegas e professores durante os meus anos na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). A convivência com o grupo de colegas e, principalmente, com o corpo docente foi fundamental na minha formação.

Entrei no curso de economia da UESC no 2º semestre do ano de 2004. Desde o início sempre fui determinado e focado no meu objetivo principal de atuar no mercado financeiro. Durante todo o período de formação a universidade sempre foi um lugar especial, a instituição me proporcionou uma ampla formação, pois participei de projetos de pesquisa e vivenciei amplamente o trabalho em equipe, hoje indispensável para qualquer tipo de atividade. A UESC me formou e me forjou como acadêmico. Neste espaço descobri não somente conhecimento e ciência, mas aprendi valores da vida.

Hoje trabalho como economista do mercado financeiro e pretendo sempre contribuir para o crescimento e desenvolvimento da universidade e da sociedade. Se estou tendo a oportunidade de proferir estas palavras não é por acaso, mas por estar lutando por este ideal com todos os benefícios que adquiri e que serei sempre grato por ter recebido da UESC e, especialmente, do Departamento e Colegiado de Ciências Econômicas dessa instituição.

Minha história não termina por aí, isso é apenas o começo. Minha conquista foi baseada em uma ambição educacional e profissional saudável, onde tive a oportunidade de conhecer pessoas especiais. Agradeço a todos aqueles que fizeram e fazem parte da minha jornada.

Abraços!

George B. dos Santos
 

Analista de Gestão e Inovação no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Informática e Eletro-eletrônica de Ilhéus - CEPEDI
Concluiu o curso de Economia no ano de 2004


Conclui o curso de Economia em 2004. Posso afirmar que durante o período da graduação eu não visualizava com propriedade a extensão do mercado de trabalho do economista. Esse entendimento mudou. Hoje, opino que o curso promove uma visão holística, sendo um diferencial com relação às outras profissões, no entanto, para alguns alunos, penso que isso dificulta a capacidade de entendimento sobre as diferentes possibilidades de atuação que a carreira oferece.

Após a formatura, atuei no setor financeiro de algumas empresas e tentei ingressar nos serviços bancários, pois entendia ser o melhor caminho para atuar no mercado como economista. Contudo, não obtive êxito nos bancos privados, uma vez que não era permitido a entrada de novos funcionários com idade superior a 24 anos ( eu tinha 26 anos). Assim, pensando que esse ramo era a única possibilidade de atuação como economista na região, fiquei um pouco frustrada com a carreira, apesar de não ter deixado de amar a profissão que abracei.

A partir daí comecei a trabalhar como secretária do Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas da UESC, foi nesse período de envolvimento com o meio científico/tecnológico que iniciei minha vivência na pesquisa acadêmica, onde ingressei em três grupos do CNPq: na área de Matemática e Estatística (Grupo de Pesquisa em Educação Matemática, Estatística e em Ciências - GPEMEC), na área de Economia (Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza) e na área de Educação ( Grupo de Estudos e Pesquisa Paulo Freire).

Como sempre fui apaixonada pela área de matemática, durante meu envolvimento com o grupo da área, fiz uma especialização em Educação Matemática, onde pesquisei sobre a área de Educação Matemática para Surdos (inclusão social).

Minha experiência no grupo de Economia foi com foco na Economia Solidária. Com esse suporte, e estudando sobre o assunto, entendi o papel do economista junto às associações e cooperativas sendo possível aliar meus conhecimentos na área de educação com os estudos de Paulo Freire. Assim, buscamos fundamentar as atuações do grupo de Economia Solidária com base na pedagogia freireana, atuando com a Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários, junto aos treinamentos/capacitações dos incubados. Foi exatamente através desse envolvimento na academia e, principalmente, com a Economia Solidária, que comecei a visualizar as diferentes possibilidades de atuação do profissional economista. Com essa nova concepção, passei a envolver-me na área social, desenvolvendo projetos para associações e cooperativas barganharem recursos junto aos órgãos de fomento nos segmentos específicos e especializando-me em Psicologia Social.

Nessa jornada como Economista, sempre gostei de ministrar aulas e durante todos esses percursos ministrei aulas em diversas áreas, diretamente e indiretamente vinculadas ao corpo de atuação do economista.

Conhecendo e participando de pesquisas junto a Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários, fui convidada a atuar na área de Inovação como bolsista FAPESB de Inovação Tecnológica, onde vivenciei experiências na área de Incubação de Empresas e Propriedade Intelectual.

Atualmente, encontro-me como Analista de Inovação do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Informática e Eletro-eletrônica de Ilhéus – CEPEDI e Gerente da Incubadora de Base Tecnológica de Ilhéus – INETI. Hoje tenho total convicção que o profissional da área de economia é multidisciplinar e pode atuar em muitos segmentos, de diferentes formas. Sempre ouvi que deveria focar em alguma área da economia, mas a VIVÊNCIA em economia me ensinou que caminhar em várias estradas é o verdadeiro Know How do Economista.
 

Analista de Gestão na JAL Autopeças
Concluiu o curso de Economia no 2º semestre de 2011


Desde muito novo estive envolvido no ambiente empresarial devido à empresa da família, o que me despertou grande interesse pelo mundo dos negócios. Ainda no ensino médio apresentei interesse em entender as relações humanas e como as mesmas afetavam o cenário econômico. Esses foram os principais motivos para que eu, então, optasse pelo curso de Economia.


Já na UESC visualizei a oportunidade de adquirir mais conhecimento prático e de mercado por meio da Cia Júnior Consultoria (Empresa Júnior dos Cursos de Administração e Economia da UESC). Me inscrevi para o processo seletivo, conseguindo a aprovação posteriormente. Na empresa júnior trabalhei em três consultorias, uma na área de gestão empresarial e outras duas pesquisas de mercado. Essas atividades foram primordiais para a compreensão uma das grandes áreas de atuação de um Economista: a consultoria. Devido ao intenso aprendizado segui galgando cargos, chegando a Presidência da empresa júnior em meu último ano da faculdade.

Enquanto Presidente da Cia Júnior Consultoria tive a responsabilidade ímpar de comandar uma equipe de pessoas extremamente engajadas e com muita vontade de aprender e atuar positivamente na sociedade, as quais inclusive me ensinaram muito e guardam toda minha gratidão. Desenvolvi trabalhos de planejamento detalhado, liderança e gestão de equipes e processos, negociação, além de aprender intensamente a melhorar meu relacionamento com as pessoas, o que é simplesmente essencial para qualquer profissional que deseja uma carreira de sucesso.

Ainda na empresa júnior apareceu a oportunidade de participar de um treinamento, seguido de seletiva, em Salvador para atuar como auditor do MPE Brasil - Prêmio à Micro e Pequena Empresa que avalia o grau de desenvolvimento da gestão das organizações com base no Modelo de Excelente em Gestão da Fundação Nacional da Qualidade. Essa experiência foi maravilhosa e pude conhecer Economistas que atuavam como Auditores.

Ao finalizar a Universidade me voltei à procura de oportunidades de trabalho e observei o quão versátil é o Economista e a importância da minha busca por conhecimento durante a faculdade. Percebi que poderia atuar em diversos setores, mas, logicamente, já havia criado afinidade por um: Logística. Logo verifiquei a oportunidade em uma média empresa de varejo de autopeças e me dediquei. A fim de me capacitar constantemente enviei meu Currículo, juntamente com a ficha de inscrição, para o MBA em Logística e Supply Chain Management na FGV - Fundação Getúlio Vargas. Eram somente trinta vagas e a seleção seria por triagem curricular. Fui aprovado e hoje tenho absoluta certeza que, não somente ter conquistado o grau de Bacharel em Economia, mas somado a ele todas as experiências e desafios que abracei, ainda como graduando, foram diferenciais notados para meu sucesso enquanto profissional.